terça-feira, 12 de março de 2013

Pesquisa “paradigmática” faz incrível descoberta: filhos de pais heterossexuais são mais felizes e mais saudáveis


11 de junho de 2002 (LifeSiteNews.com) — Um recente estudo que revelou que filhos de pais heterossexuais se saem melhor em vários indicadores de bem-estar pessoal do que filhos de pais homossexuais está sendo recebido com entusiasmo pelos defensores do casamento tradicional, sendo considerado de longe o estudo mais cientificamente confiável sobre o assunto até hoje.

De autoria de Mark Regnerus, professor de sociologia da Universidade do Texas, na cidade de Austin, o estudo será publicado em julho de 2012 na revista Social Science Research, e está atualmente disponível online.

As descobertas de Regnerus, baseadas nas respostas de filhos criados por seus pais biológicos ou por seu pai ou mãe homossexual junto com o parceiro, foram notáveis.

Ele descobriu que 12% dos entrevistados criados por mães lésbicas e 24% dos criados por pais gays relataram ter recentemente considerado o suicídio, comparado a 5% dos criados por famílias biológicas intactas ou por pai ou mãe solteiros. Enquanto que 28% dos entrevistados criados por mães lésbicas e 20% dos criados por pais gays relataram estar atualmente desempregados, comparado a 8% dos criados por famílias biológicas intactas e 13% dos criados por pais solteiros.

Uma das descobertas mais extraordinárias foi a de que 23% dos entrevistados com mães lésbicas relataram ter sido tocados sexualmente por um pai ou adulto, comparado a 2% dos criados por famílias biológicas intactas. A porcentagem foi de 6% entre os criados por um pai gay e 10% entre os criados com pais solteiros. Em outra incrível estatística, 31% dos criados por uma mãe lésbica e 25% dos criados por um pai gay relataram terem sido forçados a ter relações sexuais contra sua vontade em algum momento, comparado a apenas 8% dos criados por pais biológicos.

Quarenta por cento dos criados por mães lésbicas e 25% dos criados por pais gays relataram ter tido um amante enquanto casados ou morando com um companheiro, comparado a 13% dos criados por pais biológicos. E 19% dos criados por uma mãe lésbica ou um pai gay estavam atualmente ou recentemente fazendo psicoterapia, comparado a 8% dos criados pelos pais biológicos.

Vinte por cento dos criados por lésbicas e 25% dos criados por pais gays relataram terem contraído uma doença sexualmente transmissível, comparado a 8% dos criados pelos seus pais biológicos.

E o mais interessante, apenas 61% dos criados por mães lésbicas e 71% dos criados por pais gays relataram se identificar como “inteiramente heterossexual”, comparado a 90% dos criados por uma família biológica intacta.

“Relatar que há poucas diferenças estatísticas relevantes entre os diferentes grupos avaliados seria afirmar algo empiricamente inexato”.

As descobertas de Regnerus vão de encontro aos estudos amplamente elogiados por ativistas homossexuais, que alegavam que crianças criadas por pais homossexuais se saiam tão bem quanto, ou até melhor, do que seus correspondentes heterossexuais. Vários desses estudos, aponta Regnerus, basearam-se em um pequeno número de amostras autosselecionadas, com resultados relatados pelos pais e não pelos filhos, e que mostraram sinais de viés político.

Ele destaca, por exemplo, que uma meta-análise que alegava que a criação por pais homossexuais tinha um impacto positivo nas crianças era problemática porque os participantes nos estudos eram quase sempre um pequeno número de voluntários “cujas alegações de êxito documentável foram muito relevantes em recentes debates legislativos e judiciais a respeito de direitos e estatutos legais”.
O problema de amostras polarizadas, aliás, tem sido predominante na literatura anterior sobre o assunto, de acordo com Regnerus.

“Muitos estudos publicados sobre filhos de pais do mesmo sexo coletam amostragens em bola-de-neve ou por conveniência”, afirma. “Um exemplo notável disso é o Estudo Longitudinal Nacional de Famílias Lésbicas, cujas análises foram bastante destacadas na mídia em 2011 (por exemplo, pelo portal [esquerdista] Huffington Post). O estudo utiliza uma amostragem por conveniência, com recrutamento inteiramente feito por autosseleção de anúncios postados ‘em eventos lésbicos, livrarias femininas e jornais lésbicos’ em Boston, Washington e São Francisco”.

Regnerus continua: “Embora eu não deseje minimizar a relevância de tal estudo longitudinal (que de fato é um grande feito) essa técnica de amostragem é um problema quando o objetivo (ou, neste caso, o resultado prático e o uso convencional de suas descobertas) é generalizá-lo para uma população. Esses tipos de amostragem utilizam meios enviesados, e frequentemente desconhecidos”.

Em contrapartida, Regnerus extraiu seus dados do Estudo de Novas Estruturas Familiares, um projeto de coleta de dados que se utilizou de uma amostragem aleatória em grande escala composta de jovens adultos americanos. Regnerus analisou as respostas de 3.000 jovens adultos, 175 dos quais relataram ter uma mãe lésbica e 73 dos quais relataram ter um pai gay. Ele comparou suas respostas às suas contrapartes criadas por pais heterossexuais para determinar quem se saiu melhor em quarenta diferentes resultados sociais, emocionais e de relacionamentos.

Regnerus destaca que o estudo é um dos poucos que mediram os resultados de relatos feitos por filhos de homossexuais, em vez de se basear em análises feitas pelos pais homossexuais.

Os críticos do estudo sustentam que os jovens adultos pesquisados foram criados por pais homossexuais em uma época em que havia um estigma maior relacionado ao homossexualismo, fato que pode ter contribuído para a maior instabilidade entre pares homossexuais.

“É claro que as famílias são mais fortes e mais estáveis quando podem ficar juntas”, disse à ABC News Jennifer Chrisler, diretora executiva da entidade pró-homossexual Conselho da Igualdade Familiar. “Isso significa que o que deveríamos fazer é apoiar políticas que tornem mais fácil para famílias gays e lésbicas continuarem juntas”.

O defensor do casamento tradicional Patrick Fagan, no entanto, comentou para o LifeSiteNews que a afirmação de Chrisler era uma hipótese infundada.

“Se você não levar esses resultados em consideração, não há mais nada no campo. Nada mais chega perto disso. Os gays que se opõem a ele estariam basicamente dizendo: ‘não sabemos nada’”, afirma. “Ela basicamente superou todas as pesquisas anteriores, porque nenhuma delas chegou perto dessa representatividade nacional”.

Fagan, que dirige o Instituto Casamento e Religião do Conselho de Pesquisas Familiares, chamou o estudo de “paradigmático” para a pesquisa sobre filhos de homossexuais.

Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do LifeSiteNews: “Gold standard’ study’s striking findings: children of heterosexual parents happier, healthier”
Fonte: www.juliosevero.com
Estudo mostra que homossexuais criando “filhos” é diferente de pai e mãe criando-os
Dupla gay estupra menino de 5 anos e recebe proteção especial do governo do Estado de São Paulo
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domingo, 17 de junho de 2012

Um estudo revela que pessoas criadas por gays têm mais problemas


WASHINGTON DC, 14 Jun. 12 / 03:49 pm (ACI/EWTN Noticias)

O estudo de um perito da Universidade do Texas (Estados Unidos) demonstrou que as crianças criadas por casais homossexuais enfrentam maiores dificuldades quando se tornam adultos, que aqueles criados por uma família estável constituída por um homem e uma mulher.

O autor do trabalho científico, Mark Regnerus, disse ao grupo ACI, no dia 12 de junho, que a sua pesquisa revela "diferenças estatísticas significativas entre adultos que foram criados na sua infância com uma mãe que teve uma relação homossexual e aqueles que disseram que sua mãe e seu pai biológico estavam, e ainda estão, casados".
O estudo do Regnerus, que mediu as diferenças em 40 indicadores sociais e pessoais entre 3.000 americanos de idades entre 18 e 39 anos, criados em oito tipos diferentes de lares, foi publicado na edição de julho da revista Social Science Research.
De acordo com o documento, as crianças criadas em lares homossexuais têm em média níveis mais baixos de ingressos econômicos quando são adultos, e padecem mais problemas de saúde física e mental, assim como maior instabilidade em suas relações de casal.
O estudo revelou que os menores criados neste tipo de ambiente mostraram maiores níveis de desemprego, tabaquismo, necessidade de assistência pública e participação em crimes.
Para Regnerus, a instabilidade no lar é "uma marca" entre os lares cujos pais estiveram envolvidos em relações sentimentais homossexuais, já seja que esses lares estivessem "dirigidos por uma mãe ou um pai".
As descobertas do cientista americano desafiam, entre outros, à informação difundida em 2005 pela Associação Americana de Psicologia, que assegurou que "nenhum estudo descobriu que crianças de pais gays ou lésbicas sejam desfavorecidos em nenhum aspecto significativo com respeito a crianças de pais heterossexuais".
Segundo Regnerus, alguns destes influentes estudos foram feitos em poucas ou não representativas mostras de população, enfocando-se em casais homossexuais brancos, com alto nível de educação, para obter conclusões gerais sobre paternidade homossexual.
"A maioria das conclusões sobre paternidade homossexual foram obtidas de pequenas e convenientes mostras e ao azar", disse Regnerus num comunicado publicado pela Universidade do Texas, no dia 11 de junho.
Regnerus disse que "os resultados desse enfoque levaram frequentemente aos estudiosos da família a concluir que não há diferenças entre crianças criadas em lares homossexuais e aquelas criadas em outros tipos de famílias. Mas esses estudos anteriores esconderam inadvertidamente a real diversidade entre as experiências de pais gays e lésbicas nos Estados Unidos".
O pesquisador disse ao grupo ACI que ele enfocou o projeto "sem ter ideia sobre as coisas que revelariam os dados".
Sobre a análise, Regnerus disse que "revelou uma instabilidade muito maior nos lares com pais que tiveram relações homossexuais".
Ao anunciar seu estudo, no último dia 10 de junho, Regnerus disse que a sua descoberta mais significativa "é, sem dúvida, que as crianças se mostram mais aptas para ter êxito como adultos quando passam sua infância completa com o pai e a mãe casados, e especialmente quando seus pais permanecem casados até a atualidade".
O sociólogo reconheceu que seu estudo já agitou uma "intensa e frequente" crítica, que ele considera como "desproporcionada em relação às limitações do estudo".
O documento foi atacado pelo Family Equality Council, Human Rights Campaign, Freedom to Marry, e a Aliança Gay e Lésbica contra a Difamação.
Regnerus descreveu o ataque como "desafortunado" que seu próprio estudo "é de alta qualidade e está sendo difamado".
O perito assinalou finalmente que seus resultados devem simplesmente sujeitar-se às normas da "ciência normal", que "exibe desacordos entre os pesquisadores a respeito de como medir isto ou aquilo".


NOTA DO EDITOR:
Este artigo publicado na ACIDIGITAL apenas foi colacionado para não ficar a impressão de que os artigos da FRI sejam tendenciosos, ou de que eles estejam falando sozinhos sobre um determinado assunto.
No mundo todo há cientistas sérios tratando da problemática criada pela ascensão de direitos dos homossexuais e mostrando que as implicações dessa nova realidade não são muito positivas.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Os professores homossexuais representam um risco para os alunos?

Autores: Paul Cameron e Kirk Cameron Resumo:
Os questionários foram preenchidos por 5.182 adultos provenientes de uma amostragem de um grupo nas áreas de 6 regiões metropolitanas: 56% de homossexuais e 18% dos heterossexuais referiram ter tido um professor homossexual, 12% dos homens e 4% das mulheres disseram que o professor fez avanços sexuais em direção a eles. Um quinto das pessoas com um professor homossexual disseram que foram influenciados a considerar a homossexualidade como socialmente aceitável, 4% disseram que o professor influenciou-os a tentar a homossexualidade. Cerca de 1% da amostra relataram que, como alunos, tinham relações sexuais com pelo menos um dos seus professores primários ou secundários. Oito entrevistados relataram sua primeira experiência sexual foi com um professor primário ou secundário e que uma dessas experiências era homossexual. De 49 outros relataram experiências sexuais com os professores, 12 eram homossexuais. Os resultados que os homossexuais com mais freqüência alegou ter tido professores homossexuais e, mais freqüentemente relatados do sexo homossexual com os professores tendem a ajustar o modelo de contágio da homossexualidade - que a homossexualidade é ensinada ou capturada pela interação sexual com profissionais homossexuais.
Referências: A Journal of Psychology, 1996, 130 (6), 603-613.

Qual a proporção de heterossexuais é ex-homossexual?

 Autor: Paul Cameron e Kirk Cameron

Resumo:
Quantos heterossexuais são "ex-homossexuais"? Em 1984, uma amostra aleatória de adultos Dallas indicou que 8 (2,7%) de 294 atualmente os homens heterossexuais e 4 (1,0%) de 393 mulheres atualmente heterossexuais disseram que eles eram ex-homossexuais. De uma amostra urbana do 5 cidades adicionais, 0,5% dos heterossexuais atuais relataram que haviam sido homossexuais "casados". Assim, parece que talvez 1-2% dos heterossexuais são ex-homossexuais. Proporcionalmente mais do que adultos jovens e mais homens que mulheres passou de homossexualidade para a heterossexualidade. Dos 18 que mudou, 12 tornaram-se heterossexual e bissexual 6, sugerindo que, talvez, dois terços das pessoas que abandonam o "ser" homossexual "se tornar" heterossexual e uma terceira "tornar-se" bissexual. Porque rotular a si mesmo 'homossexual' é tão mutável e carregado de valor, o termo 'omnisexual' é sugerido.
Referências: Psychological Reports, 2002, 91, 1087-1097.

Pedofilia e homossexualidade

Autores: Paul Cameron, Proctor Kay, Coburn William, Jr., Nels Forde, Helen Larson, e Kirk Cameron

Resumo:
Quanto abuso sexual infantil ocorre em nossa sociedade e quanto é homossexual? Uma pesquisa aleatória de probabilidade por amostragem em Los Angeles, Denver, Omaha, Louisville, e Washington, DC rendeu 4.340 adultos que responderam a um questionário sobre a conduta sexual, atividades e experiências. Os resultados indicam que talvez 16% dos meninos e meninas afirmaram ter relações sexuais com um adulto antes dos 16 anos, e que as experiências com os homens adultos são contados cerca de 5% dos meninos e 15% das meninas.
Contatos sexuais com adultos antes de os entrevistados completarem 13 anos foram relatados por 9% dos meninos e 7% das meninas, se experiências únicas das crianças com os homens adultos contam, apenas 3% dos meninos.
Considerando-se apenas alegações das crianças sobre sexo com os homens, cerca de um terço foram assédios homossexuais. Cerca de 1% das mulheres alegaram algum envolvimento sexual com seus pais e um número semelhante com padrastos. Os últimos podem ser considerados como mais "graves".
Cerca de 1% dos alunos do ensino fundamental e 3% dos alunos do ensino médio alegou avanços sexuais por professores e cerca de um terço desses avanços resultaram em contato sexual físico.
Bissexuais ou homossexuais afirmaram muito mais freqüente o contato sexual com os cuidadores, e a homossexualidade foi desproporcionalmente envolvidos em eventos sexuais sob acusação dos cuidadores. Não há diferença entre gerações distintas na taxa de pessoas que reclamaram de abuso sexual.

Referências: Psychological Reports, 1986, 58, 327-337.

A violência doméstica entre casais homossexuais

Autor: Paul Cameron

Resumo:
A violência doméstica seria mais freqüente em parcerias homossexuais? A PNAD (National Household Survey of Drug Abuse) de 1996, com base em uma amostra aleatória de 12.381 adultos entre 18 e 59 anos, estima-se que haja um número de 828.900 homens e 828,678 mulheres envolvidos no homossexualismo nos 12 meses anteriores.
Pesquisas aleatórias indicam que, em determinado momento, 29% dos homens homossexuais e 32% das mulheres homossexuais estariam com relacionamentos com pessoas do mesmo sexo. A Pesquisa de Vitimização Criminal Nacional para 1993-1999 informou que 0,24% das mulheres casadas e 0,035% de homens casados ​​foram vítimas de violência doméstica por ano contra 4,6% dos homens e 5,8% das mulheres em relacionamento com pessoas do mesmo sexo. A violência doméstica parece ser mais freqüente em pessoas do mesmo sexo do que entre os casados​​.

Referências: Psychological Reports, 2003, 93, 410-416.

A expectativa de vida dos Homossexuais: Antes e Depois da Epidemia de Aids


Autores: Paul Cameron, William L. Playfair, e Stephen Wellum

Resumo:
Embora os "EUA Surgeon General" tenham caracterizado o sexo homossexual como "normal" e "saudáveis", os homossexuais e usuários de drogas sofreram de maneira desproporcional com a epidemia de AIDS. Expectativa de vida é frequentemente utilizada como uma medida da saúde. Quanto tempo os homossexuais vivem antes da epidemia de AIDS e quanto tempo eles vivem hoje?
Foram examinados 6.737 obituários / Notas de morte de dezoito jornais norte-americanos homossexuais ao longo dos últimos treze anos e os compararam com obituários de dois jornais convencionais. Os obituários dos jornais não-homossexuais eram semelhantes às médias dos EUA para a expectativa de vida: a idade média de morte de homens casados ​​era de 75 anos, sendo que 80% morreu com idade de 65 anos ou mais. Para homens solteiros que era 57 anos, 32% morreu com 65 anos ou mais. Para as mulheres casadas a idade era de 79 anos, sendo que 85% morreu com 65 anos ou mais; para mulheres solteiras que a idade era de 71 anos em média, 60% morreu com 65 anos ou mais. Para as 6.574 mortes de homossexuais, a idade média de morte se a Aids foi a causa era de 39 anos, independentemente de haver ou não, o indivíduo, o mesmo parceiro sexual havia muito tempo [Long Time Sexual Partner - LTSP], 1% morreu com 65 anos ou mais.
Para aqueles 829 que não morreram de AIDS, isso não faz com que a idade média de morte seja superior a 42 (41 para os 315 com um LTSP e 43 para os 514 sem) e menos de 9% morreu com 65 anos ou mais.
Homossexuais, ainda, com mais freqüência teve um fim violento de morte acidental, mais morte de trânsito, suicídio e homicídio do que os homens em geral. As 163 lésbicas registraram uma idade média de morte de 44 anos (20% morreu com 65 anos ou mais), e apresentaram altos índices de morte violenta e por câncer em comparação com as mulheres em geral. Homossexuais com 65 anos ou mais parecem ter sido proporcionalmente menos numerosos do que os não-homossexuais homólogos na literatura científica de 1858 a 1993. O padrão de morte precoce evidente nos homossexuais.